Vitamina D: primeiro estudo randomizado e controlado

Publicado originalmente em: http://essentia.com.br/

No estudo, a suplementação de vitamina D, dentre suas várias escalas de análise utilizadas, revelou significantes efeitos nas manifestações nucleares do TEA. No grupo vitamina, ocorreu melhora da consciência e cognição social, irritabilidade, hiperatividade, isolamento social, comportamento estereotipado, fala, redução dos movimentos repetitivos com as mãos, interesses restritivos, criação de barulhos, em comparação com o grupo placebo“.

Leia o artigo na integra aqui.

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Psicomotricidade

O QUE É PSICOMOTRICIDADE

Segundo a Associação Brasileira de Psicomotricidade é um termo empregado para uma concepção de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo sujeito cuja ação é resultante de sua individualidade, sua linguagem e sua socialização.” (Associação Brasileira de Psicomotricidade)

“A Psicomotricidade baseia-se em uma concepção unificada da pessoa, que inclui as interações cognitivas, sensoriomotoras e psíquicas na compreensão das capacidades de ser e de expressar-se, a partir do movimento, em um contexto psicossocial. Ela se constitui por um conjunto de conhecimentos psicológicos, fisiológicos, antropológicos e relacionais que permitem, utilizando o corpo como mediador, abordar o ato motor humano com o intento de favorecer a integração deste sujeito consigo e com o mundo dos objetos e outros sujeitos.” (Costa,2002)

“Em razão de seu próprio objeto de estudo, isto é, o indivíduo humano e suas relações com o corpo, a Psicomotricidade é uma ciência encruzilhada… que utiliza as aquisições de numerosas ciências constituídas (biologia, psicologia, psicanálise, sociologia, linguística…) Em sua prática empenha-se em deslocar a problemática cartesiana e reformular as relações entre alma e corpo: O homem é seu corpo e NÃO – O homem e seu corpo”. (Jean-Claude Coste, 1981)

A psicomotricidade pode também ser definida como o campo transdisciplinar que estuda e investiga as relações e as influências recíprocas e sistémicas entre o psiquismo e a motricidade.

Baseada numa visão holística do ser humano, a psicomotricidade encara de forma integrada as funções cognitivas, sócio-emocionais, simbólicas, psicolinguísticas e motoras, promovendo a capacidade de ser e agir num contexto psicossocial. A psicomotricidade possui as linhas de atuação educativa, reeducativa, terapêutica, relacional, aquática e ramain.

QUEM É O PSICOMOTRICISTA

O Psicomotricista é o profissional que age na interface saúde, educação e cultura, avaliando, prevenindo, cuidando e pesquisando o indivíduo na relação com o ambiente e processos de desenvolvimento, tendo por objetivo atuar nas dimensões do esquema e da imagem corporal em conformidade com o movimento, a afetividade e a cognição.

Áreas de atuação
Educacional, Institucional e Clínica

Eixos de atendimento
Educacional:
Ensino básico e ensino superior, incluindo educação especial e outras modalidades.
Hospitalar:
UTI, ambulatórios, enfermarias e brinquedotecas.
Empresarial:
Ergomotricidade
Psicomotricidade aquática
Terapia psicomotora:
Saúde mental
Gerontopsicomotricidade

A prática psicomotora se dá de forma Individual ou em grupo, da concepção à terceira idade, compreendendo as necessidades de adaptação sensoriais, sociais, comportamentais e de crescimento pessoal.

(Fonte: http://psicomotricidade.com.br).

No Brasil, ao contrário do que acontece em muitos outros países, como a França, Itália, Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, México, Uruguai, Argentina, Venezuela, Bolívia, Paraguai, que há muito reconhecem a Psicomotricidade como categoria ocupacional, no Brasil, esta profissão ainda não existe de direito, e a formação é realizada como especialização para profissionais de outras áreas e como curso técnico.

E fora do Brasil?

Em Portugal
A Psicomotricidade surgiu em Portugal a partir da licenciatura em Educação Física na Faculdade de Motricidade Humana, na década de 80 do século XX. Inicialmente existia uma especialização em Educação Especial e Reabilitação (EER) que contemplava algumas noções básicas de psicomotricidade. No início dos anos 90, esta especialização foi separada da licenciatura de Educação Física e tornou-se uma licenciatura independente com três ramos de especialização, um dos quais foi designado por “Reeducação Psicomotora e Terapia”. Em 2002, a licenciatura em Educação Especial e Reabilitação, evoluiu para uma licenciatura específica em Reabilitação Psicomotora. Em 2006, uma nova licenciatura em Reabilitação Psicomotora foi criada na Universidade Fernando Pessoa e em 2007, mais três universidades criaram uma licenciatura em Reabilitação Psicomotora.

Na Itália
O terapeuta da neuro psicomotricidade da idade evolutiva é uma figura profissional reconhecida desde 2000. Desde 2009 exite nas faculdades de medicina italianas o curso de Terapia da neuro psicomotricidade da idade evolutiva. Nas propostas de intervenções reabilitativas de pessoas com autismo, a psicomotricidade é a primeira terapia indicada.

 

 

 

 

 

Tenho um filho Autista, e agora?

Publicado no blog: santadecasafazmilagre.blogspot.com.br

Se você acabou de receber um diagnóstico de autismo para seu filho, você vai ter uma das duas reações:

Respirar aliviada porque, enfim, tem um diagnóstico, ou chorar, chorar, chorar.

A primeira acontece depois que a gente vem de uma verdadeira romaria em médicos, tentando descobrir o que está acontecendo com nosso filho. Por incrível que pareça, por pior que seja o diagnóstico, pelo menos temos um ponto para começar, e isso é bem melhor do que a impotência que sentimos quando, consulta após consulta, a única coisa que escutamos é: seu filho tem alguma coisa errada, só não sei o que é. Nessas idas e vindas você chora tanto, passam tantas possibilidades pela sua cabeça, toma conhecimento de tantas doenças que existem e que você nem imaginava, que ao receber o diagnóstico tudo que você quer é se focar no “espectro autista” e ir atrás de alternativas que, com certeza, existem.

A segunda é quando o diagnóstico é feito mais rapidamente e os pais não tiveram tempo de se acostumar com a tal idéia de que “seu filho tem alguma coisa errada, só não sei o que é”.

É uma bomba caindo em cima de sua cabeça. Por isso o melhor a fazer é chorar, chorar, chorar.

Mas, com um detalhe, longe de seu filho. O fato dele não conseguir se comunicar, não significa que ele não consiga entender. Crianças autistas que tiveram grandes melhoras e até que perderam o diagnóstico, falam que conseguiam entender várias coisas, mas não conseguiam se comunicar.

Depois que tiver chorado bem, pare e repare numa coisa:

O mundo parou por causa do seu sofrimento? Não.

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Autismo e Integração sensorial

Publicado no site www.indianopolis.com.br em 15 de dezembro de 2015

Integração Sensorial é a habilidade em organizar, interpretar sensações e responder apropriadamente ao ambiente, auxiliando nas atividades do dia-a-dia.

Kanner  e Asperger descreviam reações fora do comum de seus pacientes autistas com relação aos sons, toque, cheiros, estímulos visuais e paladar.

Alguns estímulos aparentemente comuns são percebidos como algo estressante, causador de medo e ansiedade, enquanto outros, como fontes de prazer e satisfação.

Crianças autistas com problemas sensoriais apresentam dificuldade em interpretar e organizar as informações sensoriais vindas do seu próprio corpo ou do ambiente.

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O autismo e a nutrição

Publicado no site amaoeste.com.br em 10 de outubro de 2015
Por: Maria Rosa Etcheverry Centeno Rodrigues

Surpresa é sentimento que vejo na maioria das pessoas quando digo que trabalho com autismo. Mas o que tem a nutrição a ver com o autismo? Todos me questionam. E eu respondo: tudo.

Não é por acaso que o quebra-cabeça é o símbolo do autismo, representando toda a sua complexidade.

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Autismo medicalizado: a batalha continua

Publicado no site www.ebp.org.br, por Fátima Sarmento

Sabemos que, em alguns casos, a medicação pode fazer-se necessária, mas o que se observa na atualidade é um abuso, um uso indiscriminado de medicamentos em crianças pequenas, diagnosticadas por professores, pedagogos, diretores de escola, os quais se arvoram a etiquetar as crianças. A psicanálise no seu rigor ético evita diagnosticar crianças pequenas, considerando que estão em momento de efetuação de estrutura. Muitas crianças autistas são diagnosticadas como deficientes ou como psicóticas, e muitas psicóticas são diagnosticadas como autistas.

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O que o professor precisa saber sobre Autismo

Publicado no site  www.reab.me, por Ana Leite, em 29 de março de 2016

Sim, muitos professores já sabem, mas também é verdade que “tantos outros muitos” precisam conhecer as características inerentes às crianças com TEA para poder ensiná-las da melhor forma e garantir que o processo de aprendizagem não fique prejudicado.

Sendo assim, pegamos carona nas orientações dadas por José Ramón Alonso no site autismodiário.org para pontuar informações para professores que se interessam em aprender sobre Autismo.

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Autismo: A alteração sensorial e as estereotipias

Publicado no site www.comportese.com, por Juliana Fialho, em 25 de agosto de 2014

O nosso sistema nervoso recebe diversos estímulos através dos órgãos dos sentidos, como informações visuais, auditivas, táteis, olfativas, gustativas, proprioceptivas e vestibulares. O sistema nervoso, então, organiza estas informações, decodifica-as e responde a elas de forma apropriada, por exemplo, buscando mais de um estímulo que gerou sensações prazerosas e repelindo ou se afastando de um estímulo que gerou sensações aversivas.
 
As crianças autistas, entretanto, apresentam alterações orgânicas que afetam a recepção e a decodificação de estímulos sensoriais. Com isso, estes estímulos podem afetar o organismo da criança de forma exagerada ou diminuída, isto é, gerando muito prazer ou extrema aversão.

Autismo: O treino de habilidades motoras amplas e a importância dos esportes

Publicado no site www.comportese.com, por Juliana Fialho em 9 de março de 2015

Na intervenção comportamental com crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) não pode faltar o treino de habilidades motoras amplas e a inserção em, pelo menos, um esporte (futebol, natação, judô, etc.). Além de desenvolver habilidades importantes para o desenvolvimento motor da criança, os esportes estimulam a interação social, que é uma das áreas afetadas no TEA. Para algumas crianças, o esporte também é fundamental para auxiliar no controle de peso e no condicionamento físico.

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Brincanto – autismo tamanho família

BRINCANTO – AUTISMO TAMANHO FAMÍLIA / Mariene Martins Maciel / Argemiro de Paula Garcia Filho

A obra apresenta a abordagem Brincanto, desenvolvida pelos autores para a educação de seu filho autista e que foi utilizada com sucesso no atendimento de outras 42 pessoas autistas, sendo apresentados os resultados obtidos com 29 delas.

Os autores convidam o leitor a uma viagem ao cotidiano de uma família que teve um filho com autismo, viveu o luto da notícia e seguiu em frente. Engana-se quem pensa que vai ler uma história de sofrimento e de maledicência do destino, pois tratam-se de pessoas que, na função de pais, conseguiram enxergar a pessoa do filho, ao invés de ver somente suas incapacidades e diferenças, e com isso certamente tornaram-se melhores do ponto de vista humano.

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