A inclusão que ensina

Publicado no site: https://novaescola.org.br em julho de 2009 por Daniela Talamoni Verotti e Jeanne Callegari

“Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista, estuda numa turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1ª série. A história dele é a prova de que, apesar das dificuldades, incluir crianças com necessidades especiais beneficia a todos”. 

“Eu o observava durante as aulas de leitura e o jeito como ele manuseava o livro, mexia a boca e colocava os dedos sobre as palavras e frases me fez perceber que ele sabia ler.”

Leia mais aqui: https://novaescola.org.br/conteudo/1691/a-inclusao-que-ensina

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15 sugestões adaptativas para crianças autistas na escola

Publicado no site http://www.psicologiasdobrasil.com.br, por Nara Dornelas

A maioria das crianças dentro do espectro autista apresenta Transtorno de Processamento Sensorial (TPS), onde suas habilidades de processar e organizar as informações recebidas pelo ambiente são deficitárias, consequentemente os seus comportamentos (resposta aos estímulos) são inadequados em determinadas situações.

Ler mais: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/autismo-e-escola/#ixzz4K8ay4m7c

Currículo Funcional e Natural

Publicado  no site www.institutoinclusaobrasil.com.br, por Marina da Silveira Rodrigues Almeida, Consultora em Educação Inclusiva,  Psicóloga e Pedagoga Especialista

O Currículo Funcional e Natural procura selecionar procedimentos de ensino compatíveis com as capacidades dos alunos especiais, objetivando torná-los independentes e produtivos.

Segundo LeBlanc (1992), um currículo ideal está baseado primordialmente na investigação das variáveis que influenciam na aprendizagem. De maneira geral, a proposta deste currículo Funcional e Natural está baseada na funcionalidade das habilidades a serem adquiridas e na manutenção destas através de contingências naturais de aprendizagem. Abrange todos os contextos nos quais os alunos convivem escola, comunidade, família e trabalho. É um trabalho que se apóia no repertório de entrada do aluno, no conhecimento de seu meio e nas relações recíprocas entre eles.

É freqüente ainda que as crianças com deficiências múltiplas ou déficit intelectual acentuados sejam ensinadas através de seqüência de habilidades em função do desenvolvimento.

Isto resulta em situações em que as crianças têm que aprender em qualquer idade as habilidades correspondentes ao nível de desenvolvimento que apresentam.

Muitas vezes o aluno com deficiências severas ou profundas passam muito tempo na escola trabalhando habilidades artificiais ou inadequadas para a idade.

Leia aqui.

Currículo Funcional Natural – Guia prático para a educação na área de autismo e deficiência mental – Maryse Suplino – Baixe aqui.

Manual prático para aplicação na Escola de Educação Especial da APAE de Bauru – Baixe aqui.

Contribuições da abordagem histórico-cultural na educação de alunos autistas

Sílvia Ester Orrú
Doutora em Educação, Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Departamento de Teoria e Fundamentos, Campus Universitário Darcy Ribeiro
Brasília DF, Brasil, CEP. 70910-900. seorru@unb.br

RESUMO
O presente trabalho apresenta a abordagem histórico-cultural de Vigotsky e suas contribuições para a educação de alunos com autismo. Este artigo é decorrente de uma pesquisa-ação realizada a dez alunos com autismo e seus professores numa escola especializada do interior do Estado de São Paulo, Brasil, no período de 2000 a 2006. Os resultados dizem respeito ao papel mediador do professor na reconstituição e na melhora da vivência emocional do aluno para que ele transcenda das reações afetivas imediatas para outras mais duradouras. Conclui-se que a abordagem histórico cultural e a integração social favorecem uma aprendizagem mais significativa para o aluno autista.

Baixe aqui.