A inclusão que ensina

Publicado no site: https://novaescola.org.br em julho de 2009 por Daniela Talamoni Verotti e Jeanne Callegari

“Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista, estuda numa turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1ª série. A história dele é a prova de que, apesar das dificuldades, incluir crianças com necessidades especiais beneficia a todos”. 

“Eu o observava durante as aulas de leitura e o jeito como ele manuseava o livro, mexia a boca e colocava os dedos sobre as palavras e frases me fez perceber que ele sabia ler.”

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Brincanto – autismo tamanho família

BRINCANTO – AUTISMO TAMANHO FAMÍLIA / Mariene Martins Maciel / Argemiro de Paula Garcia Filho

A obra apresenta a abordagem Brincanto, desenvolvida pelos autores para a educação de seu filho autista e que foi utilizada com sucesso no atendimento de outras 42 pessoas autistas, sendo apresentados os resultados obtidos com 29 delas.

Os autores convidam o leitor a uma viagem ao cotidiano de uma família que teve um filho com autismo, viveu o luto da notícia e seguiu em frente. Engana-se quem pensa que vai ler uma história de sofrimento e de maledicência do destino, pois tratam-se de pessoas que, na função de pais, conseguiram enxergar a pessoa do filho, ao invés de ver somente suas incapacidades e diferenças, e com isso certamente tornaram-se melhores do ponto de vista humano.

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AUTISMO: uma abordagem tamanho família

Mariene Martins Maciel
Jornalista com especializações em História e Psicopedagogia, diretora da Afaga (Associação de Familiares e Amigos da Gente Autista) e da Abraça (Associação Brasileira para a Ação por Direitos da Pessoa com Autismo).

Argemiro de Paula Garcia Filho
Geólogo, diretor da Afaga (Associação de Familiares e Amigos da Gente Autista) e da Abraça (Associação Brasileira para a Ação por Direitos da Pessoa com Autismo).

Este é um breve relato das estratégias que nossa família adotou para lidar com o autismo de nosso filho mais novo, Gabriel. Como em muitos casos, entre os dois e três anos de idade, ele deixou de se comunicar, parecia “ausente” por longos períodos, não respondia a chamados e se comportava como se estivesse surdo. Uma peregrinação por médicos não trouxe respostas: nós mesmos levantamos a hipótese de autismo, embora não soubéssemos claramente do que se tratava. Um diagnóstico formal só foi dado quando tinha a idade de nove anos e meio, em janeiro de 2003.

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Percepção musical em crianças autistas: melhora de funções interpessoais

Estudos sugerem que as áreas do processamento da linguagem em indivíduos autistas têm ativação reduzida. Além disso, estes apresentam anormalidades em circuitos cerebrais, como: atraso no desenvolvimento maturacional dos circuitos do sistema límbico, número diminuído de células de Purkinje no cerebelo, aumento do volume do córtex frontal, dentre outras. No entanto, apesar destas anormalidades, as habilidades musicais são frequentemente preservadas. As regiões cerebrais associadas à linguagem e à música se sobrepõem,  o que sustenta a possibilidade de reabilitação desta através da música, que traz ainda eficaz melhoria no comportamento social e comunicativo através do aumento da atenção compartilhada. Pesquisas apontam benefícios da música na neuroplasticidade e provam que intervenções baseadas em música podem ser usadas para fortalecer conexões entre as regiões frontal e temporal, que apresentam anormalidades nos autistas. Atividades relacionadas à música envolvem imitação e sincronização, levando à ativação de áreas que contêm neurônios-espelho e proporcionando o desenvolvimento da cognição social, tarefas nas quais indivíduos autistas tipicamente mostram dificuldades.

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