Sobre ervas daninhas, autismo e desenvolvimento

Publicado em 5 de abril de 2016,  no blog: Autismo, Linguagem, Comunicação Aumentativa e Alternativa

… No começo, a tendência é tentarmos “mudar” nossa criança, nos concentrando em habilitá-la em suas vulnerabilidades e suas fraquezas para torná-la menos “autista”. Nós nos concentramos nos aspectos negativos do “autismo”, e tentamos “mudá-los”. Contudo, ao nos concentrarmos tanto em seus déficits, muitas vezes, invalidamos nossa criança; involuntariamente comunicando que é defeituosa e precisa ser consertada. Ao nos concentrarmos em “alterar” os seus pontos fracos, muitas vezes não promovemos uma pessoa mais forte. Em vez disso, muitas vezes, enfraquecemos sua identidades e auto-estima….

Leia o artigo completo aqui.

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A inclusão que ensina

Publicado no site: https://novaescola.org.br em julho de 2009 por Daniela Talamoni Verotti e Jeanne Callegari

“Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista, estuda numa turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1ª série. A história dele é a prova de que, apesar das dificuldades, incluir crianças com necessidades especiais beneficia a todos”. 

“Eu o observava durante as aulas de leitura e o jeito como ele manuseava o livro, mexia a boca e colocava os dedos sobre as palavras e frases me fez perceber que ele sabia ler.”

Leia mais aqui: https://novaescola.org.br/conteudo/1691/a-inclusao-que-ensina

Inclusão Escolar de alunos com autismo

Palestra da Dra. Maryse Helena Felippe de Oliveira Suplino
(Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense(1987), especialização em Psicopedagogia pela Universidade Gama Filho(1994), mestrado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro(1998) e doutorado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro(2007). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial. Atuando principalmente nos seguintes temas:educação inclusiva, interação, autismo). 

Pessoas autistas, protagonistas de um Brasil mais inclusivo

Publcado no site abraca.autismobrasil.org, em 15/ de março de 2016

De uma maneira geral a sociedade ainda enxerga o autismo como uma tragédia e não como parte importante da diversidade humana, um jeito de ser. Estamos avançando para mudar isso! Porém, a falta de apoio do Estado e a insuficiência de políticas públicas adequadas, abre espaço para retrocessos conceituais, para o charlatanismo e o abandono.
 
Políticas inclusivas, transversais e articuladas para atenção, proteção e garantia dos direitos das pessoas com autismo devem ser traduzidas como postos de saúde, escolas, CAPs (Centros de Atenção Psicossocial), Centros Especializados de Reabilitação, equipamentos de cultura e lazer etc. qualificados para atendê-las.
Leia mais aqui: http://abraca.autismobrasil.org/autistaprotagonista/