A inclusão que ensina

Publicado no site: https://novaescola.org.br em julho de 2009 por Daniela Talamoni Verotti e Jeanne Callegari

“Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista, estuda numa turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1ª série. A história dele é a prova de que, apesar das dificuldades, incluir crianças com necessidades especiais beneficia a todos”. 

“Eu o observava durante as aulas de leitura e o jeito como ele manuseava o livro, mexia a boca e colocava os dedos sobre as palavras e frases me fez perceber que ele sabia ler.”

Leia mais aqui: https://novaescola.org.br/conteudo/1691/a-inclusao-que-ensina

Anúncios

Inclusão Escolar de alunos com autismo

Palestra da Dra. Maryse Helena Felippe de Oliveira Suplino
(Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense(1987), especialização em Psicopedagogia pela Universidade Gama Filho(1994), mestrado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro(1998) e doutorado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro(2007). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial. Atuando principalmente nos seguintes temas:educação inclusiva, interação, autismo). 

15 sugestões adaptativas para crianças autistas na escola

Publicado no site http://www.psicologiasdobrasil.com.br, por Nara Dornelas

A maioria das crianças dentro do espectro autista apresenta Transtorno de Processamento Sensorial (TPS), onde suas habilidades de processar e organizar as informações recebidas pelo ambiente são deficitárias, consequentemente os seus comportamentos (resposta aos estímulos) são inadequados em determinadas situações.

Ler mais: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/autismo-e-escola/#ixzz4K8ay4m7c

A historia de uma rede municipal de ensino que desemparedou suas crianças

Publicado no site conexaoplaneta.com.br, em 2 de setembro de 2016, por Laís Fleury

Conheci Rita Morais, assessora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Novo Hamburgo no Rio Grande do Sul, em uma visita que fiz à cidade por recomendação da professora da Faculdade de Educação da UNIRIO, Lea Tiriba. A expectativa era conhecer de perto o trabalho que a rede municipal tem realizado em valorizar e proporcionar o contato das crianças com a natureza por meio do brincar em suas 32 escolas deeducação infantil.

Leia aqui.

A formação de professores e a educação de autistas

A formação de professores e a educação de autistas

OEI- Revista Iberoamericana de Educación (ISSN: 1681-5653)
Sílvia Ester Orrú
Fundação de Ensino Octavio Bastos, Brasil

Uma das responsabilidades do educador é a de intervir na vida humana por meio da reflexão e da ação reflexiva, geradoras de estratégias pedagógicas para o bem comum do educando. Logo, se é impossível fazer de conta que o autismo não existe, certamente podemos, enquanto educadores, nos dispormos à busca de maneiras inovadoras, facilitadoras, diferenciadas e produtivas para a construção de uma melhor qualidade de vida para a pessoa com autismo.

Para tanto, somente será possível tal ação, se nos despojarmos dos pré-conceitos estabelecidos como definidores de destinos. É imprescindível que o educador e qualquer outro profissional que trabalhe junto a pessoa com autismo seja um conhecedor da síndrome e de suas características inerentes. Porém, tais conhecimentos devem servir como sustento positivo para o planejamento das ações a serem praticadas e executadas e não como desculpas para o abandono à causa. Tomando as palavras de Rivière (1984):

“Esta tarefa educativa é provavelmente a experiência mais comovedora e radical que pode ter o professor. Esta relação põe à prova, mais do que nenhuma outra, os recursos e as habilidades do educador. Como ajudar aos autistas a aproximarem-se de um mundo de significados e de relações humanas significativas? Que meios podemos empregar para ajudá-los a comunicarem-se, atrair sua atenção e interesse pelo mundo das pessoas para retirá-los do seu mundo ritualizado, inflexível e fechado em si mesmo?”

Baixe aqui.

Percepção de crianças que vivenciam um processo inclusivo na educação infantil

Percepção de crianças que vivenciam um processo inclusivo na educação infantil
Susana Tyska Weber

Trabalho de Conclusão do Curso de Especialização em Docência na Educação Infantil do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Orientadora: Profa Dra Luciana Vellinho Corso
Co-orientadora: Profa Dra Leni Vieira Dornelles

Este estudo buscou formas de ouvir as crianças sobre uma realidade que se apresenta e que afeta de alguma forma o seu cotidiano na instituição de educação infantil – a inclusão escolar.

A pesquisa realizou-se em uma escola da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre com uma turma de Jardim B, composta de vinte e uma crianças – sendo treze meninas e oito meninos.

As principais questões de pesquisa foram:

o que pensam, dizem e expressam as crianças de uma turma de Jardim B em relação a Pedro, o colega que apresenta Transtorno Global do Desenvolvimento;

que estratégias de inclusão ou exclusão aparecem nas interações, nas falas e nas brincadeiras espontâneas das crianças;

quais as ações pedagógicas desenvolvidas com a turma são capazes de se refletir em atitudes, gestos e/ou interações que favoreçam a inclusão da criança com TGD.

Baixe aqui.

Currículo Funcional e Natural

Publicado  no site www.institutoinclusaobrasil.com.br, por Marina da Silveira Rodrigues Almeida, Consultora em Educação Inclusiva,  Psicóloga e Pedagoga Especialista

O Currículo Funcional e Natural procura selecionar procedimentos de ensino compatíveis com as capacidades dos alunos especiais, objetivando torná-los independentes e produtivos.

Segundo LeBlanc (1992), um currículo ideal está baseado primordialmente na investigação das variáveis que influenciam na aprendizagem. De maneira geral, a proposta deste currículo Funcional e Natural está baseada na funcionalidade das habilidades a serem adquiridas e na manutenção destas através de contingências naturais de aprendizagem. Abrange todos os contextos nos quais os alunos convivem escola, comunidade, família e trabalho. É um trabalho que se apóia no repertório de entrada do aluno, no conhecimento de seu meio e nas relações recíprocas entre eles.

É freqüente ainda que as crianças com deficiências múltiplas ou déficit intelectual acentuados sejam ensinadas através de seqüência de habilidades em função do desenvolvimento.

Isto resulta em situações em que as crianças têm que aprender em qualquer idade as habilidades correspondentes ao nível de desenvolvimento que apresentam.

Muitas vezes o aluno com deficiências severas ou profundas passam muito tempo na escola trabalhando habilidades artificiais ou inadequadas para a idade.

Leia aqui.

Currículo Funcional Natural – Guia prático para a educação na área de autismo e deficiência mental – Maryse Suplino – Baixe aqui.

Manual prático para aplicação na Escola de Educação Especial da APAE de Bauru – Baixe aqui.

O que o professor precisa saber sobre Autismo

Publicado no site  www.reab.me, por Ana Leite, em 29 de março de 2016

Sim, muitos professores já sabem, mas também é verdade que “tantos outros muitos” precisam conhecer as características inerentes às crianças com TEA para poder ensiná-las da melhor forma e garantir que o processo de aprendizagem não fique prejudicado.

Sendo assim, pegamos carona nas orientações dadas por José Ramón Alonso no site autismodiário.org para pontuar informações para professores que se interessam em aprender sobre Autismo.

Leia aqui.

Contribuições da abordagem histórico-cultural na educação de alunos autistas

Sílvia Ester Orrú
Doutora em Educação, Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Departamento de Teoria e Fundamentos, Campus Universitário Darcy Ribeiro
Brasília DF, Brasil, CEP. 70910-900. seorru@unb.br

RESUMO
O presente trabalho apresenta a abordagem histórico-cultural de Vigotsky e suas contribuições para a educação de alunos com autismo. Este artigo é decorrente de uma pesquisa-ação realizada a dez alunos com autismo e seus professores numa escola especializada do interior do Estado de São Paulo, Brasil, no período de 2000 a 2006. Os resultados dizem respeito ao papel mediador do professor na reconstituição e na melhora da vivência emocional do aluno para que ele transcenda das reações afetivas imediatas para outras mais duradouras. Conclui-se que a abordagem histórico cultural e a integração social favorecem uma aprendizagem mais significativa para o aluno autista.

Baixe aqui.