Inclusão Escolar de alunos com autismo

Palestra da Dra. Maryse Helena Felippe de Oliveira Suplino
(Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense(1987), especialização em Psicopedagogia pela Universidade Gama Filho(1994), mestrado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro(1998) e doutorado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro(2007). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial. Atuando principalmente nos seguintes temas:educação inclusiva, interação, autismo). 

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O mundo segundo a Monsanto

Publicado no site unisinos.br em 24 de abril de 2014

Produzido pela diretora e jornalista francesa Marie-Monique Robin, o longa expõe o papel da Monsanto como produtora de algumas das toxinas responsáveis por doenças como câncer e demência, e a facilidade como encobertam os problemas e efeitos colaterais que acontecem a partir do contato e/ou uso continuo de seus produtos. Marie Robin traça assim toda a história da principal fabricante de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão proliferam pelo mundo, apesar dos alertas de vários ambientalistas.

Leia aqui.

O Veneno Está na Mesa 2 (2014)

Publicado no blog docverdade.blogspot.com.br em 15 de maio de 2014

O alimento orgânico não só faz bem para a sua saúde e a saúde de sua família, como não contamina os solos, os rios, os mananciais, não polui o ar, não desertifica a terra, não extingue a diversidade animal, as sementes criolas, respeita as florestas.
Assenta e dá uma vida digna aos trabalhadores e suas famílias no campo, não adoece os camponeses a as cidades vizinhas, não enriquece corporações, que vendem desde o agrotóxico que gera uma doença, até o tratamento dela, não levam bilhões em divisas dos país. Produz mais que o dobro da eficiência da agricultura convencional.
Não usa trabalho escravo, infantil, respeita a mãe terra.
O alimento orgânico não provoca câncer, pelo contrário, previne.(docverdade).

Tratamento Integral do autismo: Um novo modelo com Dr. Rogério Rita

DR. ROGÉRIO RITA
• Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina em 1987, fez residência em Medicina Interna no Hospital dos Servidores Governador Celso Ramos em Florianópolis e fez especialidade em Terapia Intensiva;
• Fez estágio em Medicina Antroposófica na Clínica Tobias em São Paulo e pós-graduação em Homeopatia na Sociedade Gaúcha de Homeopatia em Porto Alegre;
• Fez formação para tratamento do autismo no Autism Research Institute (Protocolo DAN), e na Medical Academy for Children with Special Needs (MedMaps) nos EUA;
• Trabalha em Florianópolis em sua clínica com homeopatia, práticas ortomoleculares e psicossomática e nos últimos 8 anos está usando os tratamentos biomédicos para o tratamento do autismo e TDAH.

Dr. Rogério fala sobre as alternativas do tratamento do autismo. O tratamento integral usa das ferramentas do tratamento biomédico, e terapias tradicionais para fazer um tratamento de corpo inteiro do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.

Musicoterapia e Autismo

A exposição desse trabalho pretende abrir um diálogo com leigos e profissionais do assunto, que tenham, como nós, interesse em ampliar a visão sobre a musicoterapia, o autismo e outros transtornos do desenvolvimento. Este vídeo mostra algo do nosso trabalho em musicoterapia com uma criança com autismo.
Vídeo postado com a autorização dos pais.
contato: clarisseprestes@gmail.com fones 61 3033-2702 e 9214-6394

Edson apresenta a linha de tratamento que escolheu para o filho

Edson apresenta a linha de tratamento que escolheu para o filho Ale, quem foi diagnosticado com dois anos de idade como autista e teve uma boa recuperação após as intervenções realizadas com ajuda das pesquisas do pai.

Professor universitário, Ph.D. em Bio Engenharia. Pesquisador. Pai de Ale, 4 anos, autista.

Enigma Do Autismo

Documentário produzido pela BBC. Com um impressionante aumento de 600% em diagnósticos nos últimos 20 anos, o autismo é o transtorno de desenvolvimento que mais cresce no mundo industrializado. A partir de descobertas recentes sobre os efeitos que bactérias intestinais podem ter no cérebro, e graças aos esforços dos pais, ávidos por respostas sobre o comportamento dos filhos, pesquisas científicas começam a investigar uma possível relação entre essas bactérias e o autismo.