Percepção de crianças que vivenciam um processo inclusivo na educação infantil

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setembro 5, 2016 por davidepompermaier

Percepção de crianças que vivenciam um processo inclusivo na educação infantil
Susana Tyska Weber

Trabalho de Conclusão do Curso de Especialização em Docência na Educação Infantil do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Orientadora: Profa Dra Luciana Vellinho Corso
Co-orientadora: Profa Dra Leni Vieira Dornelles

Este estudo buscou formas de ouvir as crianças sobre uma realidade que se apresenta e que afeta de alguma forma o seu cotidiano na instituição de educação infantil – a inclusão escolar.

A pesquisa realizou-se em uma escola da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre com uma turma de Jardim B, composta de vinte e uma crianças – sendo treze meninas e oito meninos.

As principais questões de pesquisa foram:

o que pensam, dizem e expressam as crianças de uma turma de Jardim B em relação a Pedro, o colega que apresenta Transtorno Global do Desenvolvimento;

que estratégias de inclusão ou exclusão aparecem nas interações, nas falas e nas brincadeiras espontâneas das crianças;

quais as ações pedagógicas desenvolvidas com a turma são capazes de se refletir em atitudes, gestos e/ou interações que favoreçam a inclusão da criança com TGD.

Baixe aqui.

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Transtorno e sintoma

A noção de transtorno é o que unifica o campo das terapias cognitivo-comportamentais.

Etimologicamente, transtorno significa tanto situação imprevista e desfavorável como situação que causa incômodo para alguém.

Só resta saber quem é o incomodado, se o terapeuta cognitivo-comportamental ou se o sujeito que é submetido ao seu tratamento.

O verbo transtornar, por sua vez, significa tanto modificar a ordem, pôr outra ordem em funcionamento, quanto provocar desordem.

Em inglês, que é o idioma oficial dessa prática, também é evocado o sentido de desordem: disorder.

Em francês, por sua vez, tem uma conotação interessante: trouble tem o sentido de uma perturbação política.

Mas podemos considerar que todas essas acepções de transtorno, quando tomadas por práticas que se julgam objetivas e que pretendem estabelecer jurisdição sobre as práticas, pressupõem três aspectos:

1. O transtorno é uma perturbação da ordem a ser seguida;

2. Se há uma ordem a ser seguida, há a necessidade de adaptar-se a essa ordem;

3. O transtornado é alguém que sofre de um déficit de competências em relação aos outros sujeitos que se adaptaram a essa ordem.

Retomamos aqui a questão que colocamos no início: quem é mais afetado pela desordem, o paciente ou o terapeuta?

TRANSTORNO, SINTOMA E DIREÇÃO DO TRATAMENTO PARA O AUTISMO

Roberto Calazans

Clara Rodrigues Martins

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