Autismo medicalizado: a batalha continua

Publicado no site www.ebp.org.br, por Fátima Sarmento

Sabemos que, em alguns casos, a medicação pode fazer-se necessária, mas o que se observa na atualidade é um abuso, um uso indiscriminado de medicamentos em crianças pequenas, diagnosticadas por professores, pedagogos, diretores de escola, os quais se arvoram a etiquetar as crianças. A psicanálise no seu rigor ético evita diagnosticar crianças pequenas, considerando que estão em momento de efetuação de estrutura. Muitas crianças autistas são diagnosticadas como deficientes ou como psicóticas, e muitas psicóticas são diagnosticadas como autistas.

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