Colesterol – Vilão ou amigo?

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setembro 3, 2016 por davidepompermaier

Publicado por Flavio passo no site flaviopassos.com em 30 de outubro de 2014

No nosso mundo moderno, colesterol tornou-se quase um palavrão. Graças aos defensores da hipótese alimentos-coração, qualquer um “sabe” que o colesterol é “mau” e precisa ser combatido por todos os meios. Se você acreditar no que diz a mídia, vai achar que simplesmente não existe um nível de colesterol que seja suficientemente baixo. E se você tiver uma certa idade, provavelmente fará exames para ver quanto colesterol tem no sangue. Se tiver mais que uns 200 mg/100 ml (5,1 mol/1), talvez lhe receitem uma “pílula para colesterol”. Milhões de pessoas pelo mundo afora tomam essas pílulas, pensando que assim estão cuidando bem da saúde. O que essas pessoas não sabem é como isso está longe de ser verdadeiro. A verdade é que nós, humanos, não podemos viver sem colesterol. Vejamos por quê.

Leia aqui.

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Transtorno e sintoma

A noção de transtorno é o que unifica o campo das terapias cognitivo-comportamentais.

Etimologicamente, transtorno significa tanto situação imprevista e desfavorável como situação que causa incômodo para alguém.

Só resta saber quem é o incomodado, se o terapeuta cognitivo-comportamental ou se o sujeito que é submetido ao seu tratamento.

O verbo transtornar, por sua vez, significa tanto modificar a ordem, pôr outra ordem em funcionamento, quanto provocar desordem.

Em inglês, que é o idioma oficial dessa prática, também é evocado o sentido de desordem: disorder.

Em francês, por sua vez, tem uma conotação interessante: trouble tem o sentido de uma perturbação política.

Mas podemos considerar que todas essas acepções de transtorno, quando tomadas por práticas que se julgam objetivas e que pretendem estabelecer jurisdição sobre as práticas, pressupõem três aspectos:

1. O transtorno é uma perturbação da ordem a ser seguida;

2. Se há uma ordem a ser seguida, há a necessidade de adaptar-se a essa ordem;

3. O transtornado é alguém que sofre de um déficit de competências em relação aos outros sujeitos que se adaptaram a essa ordem.

Retomamos aqui a questão que colocamos no início: quem é mais afetado pela desordem, o paciente ou o terapeuta?

TRANSTORNO, SINTOMA E DIREÇÃO DO TRATAMENTO PARA O AUTISMO

Roberto Calazans

Clara Rodrigues Martins

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