Tratamento Integral do autismo: Um novo modelo com Dr. Rogério Rita

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setembro 2, 2016 por davidepompermaier

DR. ROGÉRIO RITA
• Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina em 1987, fez residência em Medicina Interna no Hospital dos Servidores Governador Celso Ramos em Florianópolis e fez especialidade em Terapia Intensiva;
• Fez estágio em Medicina Antroposófica na Clínica Tobias em São Paulo e pós-graduação em Homeopatia na Sociedade Gaúcha de Homeopatia em Porto Alegre;
• Fez formação para tratamento do autismo no Autism Research Institute (Protocolo DAN), e na Medical Academy for Children with Special Needs (MedMaps) nos EUA;
• Trabalha em Florianópolis em sua clínica com homeopatia, práticas ortomoleculares e psicossomática e nos últimos 8 anos está usando os tratamentos biomédicos para o tratamento do autismo e TDAH.

Dr. Rogério fala sobre as alternativas do tratamento do autismo. O tratamento integral usa das ferramentas do tratamento biomédico, e terapias tradicionais para fazer um tratamento de corpo inteiro do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.

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Transtorno e sintoma

A noção de transtorno é o que unifica o campo das terapias cognitivo-comportamentais.

Etimologicamente, transtorno significa tanto situação imprevista e desfavorável como situação que causa incômodo para alguém.

Só resta saber quem é o incomodado, se o terapeuta cognitivo-comportamental ou se o sujeito que é submetido ao seu tratamento.

O verbo transtornar, por sua vez, significa tanto modificar a ordem, pôr outra ordem em funcionamento, quanto provocar desordem.

Em inglês, que é o idioma oficial dessa prática, também é evocado o sentido de desordem: disorder.

Em francês, por sua vez, tem uma conotação interessante: trouble tem o sentido de uma perturbação política.

Mas podemos considerar que todas essas acepções de transtorno, quando tomadas por práticas que se julgam objetivas e que pretendem estabelecer jurisdição sobre as práticas, pressupõem três aspectos:

1. O transtorno é uma perturbação da ordem a ser seguida;

2. Se há uma ordem a ser seguida, há a necessidade de adaptar-se a essa ordem;

3. O transtornado é alguém que sofre de um déficit de competências em relação aos outros sujeitos que se adaptaram a essa ordem.

Retomamos aqui a questão que colocamos no início: quem é mais afetado pela desordem, o paciente ou o terapeuta?

TRANSTORNO, SINTOMA E DIREÇÃO DO TRATAMENTO PARA O AUTISMO

Roberto Calazans

Clara Rodrigues Martins

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