Inspirados pelo autismo

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agosto 28, 2016 por davidepompermaier

A Inspirados pelo Autismo é uma instituição brasileira que oferece aos pais e profissionais um novo olhar sobre o autismo, assim como estratégias diferenciadas para promover o desenvolvimento das pessoas com características do espectro do autismo.

Nossa abordagem é responsiva, interacionista, motivacional e lúdica e propõe o desenvolvimento das habilidades sociais das pessoas com autismo através de interações prazerosas. Apoiamos famílias e profissionais de todo o país através de cursos para grupos e consultorias personalizadas (virtuais e presenciais). Em nosso site você encontrará também vídeos, artigos, dicas e sugestões de atividades lúdicas que permitirão aplicar imediatamente as estratégias de nossa abordagem com sua criança, paciente ou aluno com autismo.

Conheça aqui.

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Transtorno e sintoma

A noção de transtorno é o que unifica o campo das terapias cognitivo-comportamentais.

Etimologicamente, transtorno significa tanto situação imprevista e desfavorável como situação que causa incômodo para alguém.

Só resta saber quem é o incomodado, se o terapeuta cognitivo-comportamental ou se o sujeito que é submetido ao seu tratamento.

O verbo transtornar, por sua vez, significa tanto modificar a ordem, pôr outra ordem em funcionamento, quanto provocar desordem.

Em inglês, que é o idioma oficial dessa prática, também é evocado o sentido de desordem: disorder.

Em francês, por sua vez, tem uma conotação interessante: trouble tem o sentido de uma perturbação política.

Mas podemos considerar que todas essas acepções de transtorno, quando tomadas por práticas que se julgam objetivas e que pretendem estabelecer jurisdição sobre as práticas, pressupõem três aspectos:

1. O transtorno é uma perturbação da ordem a ser seguida;

2. Se há uma ordem a ser seguida, há a necessidade de adaptar-se a essa ordem;

3. O transtornado é alguém que sofre de um déficit de competências em relação aos outros sujeitos que se adaptaram a essa ordem.

Retomamos aqui a questão que colocamos no início: quem é mais afetado pela desordem, o paciente ou o terapeuta?

TRANSTORNO, SINTOMA E DIREÇÃO DO TRATAMENTO PARA O AUTISMO

Roberto Calazans

Clara Rodrigues Martins

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