Linha de cuidado para a atenção às pessoas com TEA e suas famílias

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agosto 24, 2016 por davidepompermaier

Este documento dirige-se a gestores e profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS) e objetiva contribuir para a ampliação do acesso e a qualificação da atenção às pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) e suas famílias.
A construção de tal material decorre de esforços de um Grupo de Trabalho, constituído em dezembro de 2011, composto por representantes de universidades, da sociedade civil, gestores e
profissionais de RAPS locais do SUS, coordenado pela Área Técnica de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas (ATSM), do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas (DAPES), da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde.

Baixe aqui.

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Transtorno e sintoma

A noção de transtorno é o que unifica o campo das terapias cognitivo-comportamentais.

Etimologicamente, transtorno significa tanto situação imprevista e desfavorável como situação que causa incômodo para alguém.

Só resta saber quem é o incomodado, se o terapeuta cognitivo-comportamental ou se o sujeito que é submetido ao seu tratamento.

O verbo transtornar, por sua vez, significa tanto modificar a ordem, pôr outra ordem em funcionamento, quanto provocar desordem.

Em inglês, que é o idioma oficial dessa prática, também é evocado o sentido de desordem: disorder.

Em francês, por sua vez, tem uma conotação interessante: trouble tem o sentido de uma perturbação política.

Mas podemos considerar que todas essas acepções de transtorno, quando tomadas por práticas que se julgam objetivas e que pretendem estabelecer jurisdição sobre as práticas, pressupõem três aspectos:

1. O transtorno é uma perturbação da ordem a ser seguida;

2. Se há uma ordem a ser seguida, há a necessidade de adaptar-se a essa ordem;

3. O transtornado é alguém que sofre de um déficit de competências em relação aos outros sujeitos que se adaptaram a essa ordem.

Retomamos aqui a questão que colocamos no início: quem é mais afetado pela desordem, o paciente ou o terapeuta?

TRANSTORNO, SINTOMA E DIREÇÃO DO TRATAMENTO PARA O AUTISMO

Roberto Calazans

Clara Rodrigues Martins

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