Sobre ervas daninhas, autismo e desenvolvimento

Publicado em 5 de abril de 2016,  no blog: Autismo, Linguagem, Comunicação Aumentativa e Alternativa

… No começo, a tendência é tentarmos “mudar” nossa criança, nos concentrando em habilitá-la em suas vulnerabilidades e suas fraquezas para torná-la menos “autista”. Nós nos concentramos nos aspectos negativos do “autismo”, e tentamos “mudá-los”. Contudo, ao nos concentrarmos tanto em seus déficits, muitas vezes, invalidamos nossa criança; involuntariamente comunicando que é defeituosa e precisa ser consertada. Ao nos concentrarmos em “alterar” os seus pontos fracos, muitas vezes não promovemos uma pessoa mais forte. Em vez disso, muitas vezes, enfraquecemos sua identidades e auto-estima….

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JOGUE FORA AS FERRAMENTAS DO SENHOR: LIBERTANDO-NOS DO PARADIGMA DA PATOLOGIA

Publicado em 11 de novembro de 2016 no Blog Autismo em Tradução.

Texto de Nick Walker orginalmente publicado em 16 de agosto de 2013 em Neurocosmopolitanism

Uma mudança de paradigma, como você deve recordar, requer que todos os dados sejam reinterpretados pelas lentes do novo paradigma. Quando se rejeita as premissas fundamentais do paradigma da patologia e aceita-se as premissas fundamentais do paradigma da neurodiversidade, o que acontece é que no fim das contas, você não tem um transtorno. E talvez você funcione exatamente como você deve funcionar; você apenas vive em uma sociedade que ainda não é suficientemente esclarecida para acomodar e integrar, de forma eficaz, pessoas que funcionam como você. E talvez, os problemas em sua vida nunca foram resultado de qualquer coisa errada inerente a você. E seu verdadeiro potencial é desconhecido e é você quem pode explorá-lo. E talvez você seja, na verdade, algo de belo.

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O autismo segundo o paradigma da neurodiversidade

Texto escrito por NIck Walker em 2014 e originalmente publicado em Neurocosmopolitanism , traduzido por Alexia Klein do Blog – O autismo em tradução.

O que é o autismo?

O autismo é uma variação neurológica humana de base genética. O complexo conjunto de características interrelacionadas que distinguem a neurologia autista da não autista não foi ainda completamente entendida, mas evidências recentes indicam que a distinção central é caracterizada por níveis particularmente elevados de conectividade e respostas sinápticas no cérebro autista. Isto faz com que as experiências subjetivas dos indivíduos autistas sejam mais intensas e caóticas do as que dos não autistas: tanto no nível sensório-motor, quanto no cognitivo, a mente autista tende a registrar mais informações e o impacto de cada fração de informação tende a ser mais intenso e menos previsível…

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A inclusão que ensina

Publicado no site: https://novaescola.org.br em julho de 2009 por Daniela Talamoni Verotti e Jeanne Callegari

“Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista, estuda numa turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1ª série. A história dele é a prova de que, apesar das dificuldades, incluir crianças com necessidades especiais beneficia a todos”. 

“Eu o observava durante as aulas de leitura e o jeito como ele manuseava o livro, mexia a boca e colocava os dedos sobre as palavras e frases me fez perceber que ele sabia ler.”

Leia mais aqui: https://novaescola.org.br/conteudo/1691/a-inclusao-que-ensina

Vitamina D: primeiro estudo randomizado e controlado

Publicado originalmente em: http://essentia.com.br/

No estudo, a suplementação de vitamina D, dentre suas várias escalas de análise utilizadas, revelou significantes efeitos nas manifestações nucleares do TEA. No grupo vitamina, ocorreu melhora da consciência e cognição social, irritabilidade, hiperatividade, isolamento social, comportamento estereotipado, fala, redução dos movimentos repetitivos com as mãos, interesses restritivos, criação de barulhos, em comparação com o grupo placebo“.

Leia o artigo na integra aqui.

Como a Disbiose intestinal afeta sua vida e como tratá-la

em 09/22/2014

A alimentação pode ser considerada como um dos fatores comportamentais que mais influencia a qualidade de vida das pessoas. Nossa conduta adequada diante da alimentação fez-se necessária, pois os hábitos alimentares e o estilo de vida, nos últimos 40 anos, passaram por diversas modificações, sobrecarregando os diferentes sistemas do organismo.

A ingestão do alimento não garante que seus nutrientes estarão biodisponíveis para serem utilizados pelas células. Neste contexto, o intestinos são órgãos de vital importância no nosso corpo. Funcionam como filtros, capazes de permitir ou barrar a entrada de nutrientes necessários ao organismo e de substâncias prejudiciais para a nossa saúde. É preciso nutrir o organismo adequadamente, isto é, ter uma ingestão adequada de alimentos, em quantidade e qualidade, afim de que nosso organismo receba todos os nutrientes essenciais ao seu bom funcionamento e ainda garantir que estes alimentos sejam bem digeridos, absorvidos e utilizados. Este processo é fundamental para determinar o melhor estado físico, mental e emocional.

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A Conexão Intestino – Cérebro

Publicado no site: http://www.medicinadoestilodevida.com.br

04/06/2014 Por Dr. Alexandre Feldman · (Última Atualização: 08/11/2014)

A Íntima Relação entre Intestino, Comportamento, Mente e Cérebro

O intestino determina, em grande parte, nossas emoções, estado mental e até preferências alimentares. Da saúde do intestino depende a saúde do cérebro.

À primeira vista essas afirmações podem parecer irreais – mas não são. Considere os seguintes fatos:

O intestino tem mais neurônios que a medula espinhal – cerca de 100 milhões – perdendo apenas para o cérebro em número de neurônios.

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